Mulher Fazia Limpeza é ENCONTROU Algo do seu Marido, em Seguida ela CAIU em LÁGRIMAS!

Durante a limpeza de mais um dia normal, a mulher encontrou algo do seu marido, Mas quando começou a ver, não conseguiu aguentar as lágrimas, certamente vai acontecer o mesmo contigo, pois é uma realidade que atinge muitas pessoas hoje em dia, Infelizmente!

Julia está casada há mais de 50 anos. Ao longo destas décadas, o marido Tadeu foi o seu grande companheiro e o seu primeiro e único amor. Entre alicerces de certeza, tudo desmoronou há poucos anos. Júlia não sai do lado do seu amado, mas ela já não sabe quem ele é. Nos últimos tempos, as conversas não fazem sentido e o olhar está quase sempre distante. Ela sente saudades estranhas, de alguém que está vivo e presente.

Mulher Fazia Limpeza é ENCONTROU Algo do seu Marido, em Seguida ela CAIU em LÁGRIMAS!

Mulher Fazia Limpeza é ENCONTROU Algo do seu Marido, em Seguida ela CAIU em LÁGRIMAS!Durante intermináveis dias e noites, os dois percorrem juntos mundos ora reais (historias), ora fantasiosos. O casal idoso caminha numa corda bamba, balançando entre o ontem e o hoje, e sem saber como será o amanhã. Júlia chora, mas sabe que precisa aceitar esta terrível realidade: Tadeu tem Alzheimer. Se em alguns dias ele se lembra da família e de todos os anos juntos, noutros a doença traga-o para um buraco negro esvaziado do seu ser.

Porém, justamente num destes dias em que Tadeu não sabe em que cama acordou, Júlia ganha um inesperado presente. Ela está limpando a casa, quando encontra a seguinte carta escondida na mesinha de cabeceira:

“Querida Júlia:
Eu estou a escrever-te agora, enquanto dormes, caso amanhã não seja eu que acorde ao teu lado.
Nestas viagens de ida e volta, eu passo cada vez mais tempo do outro lado, e numa delas, quem sabe? Eu temo que não regresse.
Caso amanhã eu não seja capaz de saber o que está acontecendo comigo. Caso amanhã, eu não possa mais dizer-te o quanto eu aprecio e admiro a tua integridade, este teu empenho em estar ao meu lado, tentando fazer-me feliz, apesar de tudo, como de costume.
Caso amanhã eu não tenha mais consciência do que fazes. Quando colocas pedacinhos de papel na porta para que eu não confunda a cozinha com a casa-de-banho; quando consegues fazer-me rir por ter colocado os sapatos sem meias; quando insistir e repetir a mesma conversa mesmo que eu me perca a cada frase; quando te aproximas disfarçadamente e sussurras no meu ouvido o nome de um dos nossos netos; quando reages com ternura aos meus ataques esporádicos de ira, como se algo dentro de mim se rebelasse contra este destino que me tem como prisioneiro.
Por essas e por tantas outras coisas. Caso amanhã eu não me lembre mais do teu nome, nem do meu.
Caso amanhã eu não possa dizer obrigado.
Caso amanhã, Júlia, eu não seja capaz de dizer, ainda que uma última vez, EU TE AMO.
Sempre TE AMEI.
– T.A.M.R “

É quase impossível ler estas palavras sem deixar escapar pelo menos uma lágrima. Esta carta é uma linda prova de amor, apesar da tristeza e do esquecimento trazidos pela doença. Aos familiares de alguém com Alzheimer, tentam lembrar de quem é aquela pessoa, mesmo que ela mesma já não o saiba.

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